NAT e CGNAT
SNAT, DNAT, PAT, conntrack, CGNAT, 100.64.0.0/10, portas, logs e operação ISP.
O que este assunto resolve
SNAT, DNAT, PAT, conntrack, CGNAT, 100.64.0.0/10, portas, logs e operação ISP.
Acompanhe o estado e o caminho do pacote
Separe conectividade IP do serviço. Capture a transação, valide estado, timers, relay/proxy quando houver e políticas de segurança.
Entrada → classificação/estado → decisão → tabela → next-hop/saída → countersProjete antes de configurar
- Defina o domínio de falha e o comportamento esperado de convergência.
- Documente endereçamento, identificadores, timers, MTU e fronteiras de política.
- Prefira estado explícito e observável a suposições.
- Planeje rollback e acesso fora de banda antes de mudanças de risco.
Comandos e verificação
A sintaxe varia por plataforma e release. Os exemplos abaixo vêm do conteúdo existente do portal e devem ser validados na documentação da plataforma-alvo antes do uso em produção.
inside-local inside-global
10.10.10.5:52144 -> 203.0.113.8:41022
|
Internet <-----------------+
retorno precisa casar com o mapping
LAN cliente: 192.168.1.0/24
↓ NAT no CPE
WAN/CPE: 100.64.12.34
↓ CGN do ISP
IPv4 público: 203.0.113.50
↓
InternetFluxo orientado por evidências
- Defina origem, destino, janela de tempo e sintoma exato.
- Estabeleça o estado saudável esperado e compare com o observado.
- Inspecione counters, tabelas, logs e capturas antes de resets.
- Teste uma hipótese por vez e prefira mudanças reversíveis.
- Repita o teste original após a correção e verifique efeitos colaterais.
Standards and RFCs applicable to the technology
Use o padrão/RFC vigente e a documentação da release exata em operação. A sintaxe do fabricante é detalhe de implementação; o comportamento do protocolo deve ser entendido de forma independente.
Comprove o comportamento em topologia controlada
Monte a menor topologia que reproduza o mecanismo, capture tráfego de controle e dados, introduza uma falha proposital e diagnostique antes de aplicar a correção.